O gnomo (texto colectivo)

Numa bela tarde de Primavera andava eu a passear o meu cão Lelo, no jardim, quando de repente uma voz interrompeu o lindo canto dos pássaros.
– Que lindas! Que cheirosas! Que maravilhosas! -dizia um rapazito, que estava nu meio das flores.
Aproximei-me do rapaz e apercebi-me que ele tinha algo de diferente.
As suas orelhas eram bicudas.
– Olá! – disse-lhe.
– Olá menino! – respondeu ele, voltando-se para mim.
Que estranha era aquela figura. Para além das orelhas bicudas, tinha o cabelo cor do fogo, os olhos verdes como a relva, uma barba compridas na cabeça tinha um barrete verde e um fato era verde cheio de botões dourados.
-Não te assuste! Sou o Gnomo KaKa. – disse ele.
– Do lugar de onde venho as flores são todos iguais, têm todas o mesmo cheiro e são todas da mesma cor: verde.
Anda daí. Eu mostro – te as nossas belas flores. -disse-lhe.
Mostrei – lhe o jardim de uma ponta à outra.

Gonçalo, Hélder, Alexandra, Diogo, Anabela e Luís Alexandre

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