Magníficos textos

O pote de ouro

 

Era uma vez uma linda e jovem sereia, que vivia no mar. Ela gostava de espreitar o mundo cá de fora, sentava-se nos rochedos e ponha-se a apreciar toda a beleza à sua volta. A natureza é bela!

Num dia de muito sol e também de muita chova surgiu um arco-íris muito colorido e brilhante, lá no alto céu.

A sereia escutou…

“ Haverá um pote de ouro no fim do arco-íris!” – murmuravam duas pessoas que admiravam o arco-íris.

Como a sereia queria ter ouro, foi logo contar aos pais e às irmãs o que tinha escutado.

-Pai, mãe, irmãs há um pote de ouro no fim do arco-íris!

Ficaram todos admirados e com vontade de procurar. A sereia pediu aos pais para que a deixassem ir buscar o pote de ouro, eles responderam afirmativamente.

As irmãs também queriam ir com ela, explicou-lhes os perigos que podiam surgir.

Elas logo mudaram de ideias.

A sereia sabia que um arco-íris só demorava 90 minutos, então partiu para a aventura, sem demoras.

Passaram minutos, atrás de minutos, e ela apressada, nunca mais chegava.

Como ela ia tão apressada, acordou os tubarões. Estes assustaram-na, imediatamente chamou a sua amiga baleia que a salvou. A sereia agradeceu e continuou o seu caminho.

Já era tarde, só faltava 25 minutos para o arco-íris desaparecer. A sereia nadou o mais rápido que conseguia.

Finalmente tinha alcançado o fim d arco-íris que era maravilhoso.

Ah! Oh! Um pote enorme de ouro e moedas de ouro brilhava à sua frente! Que maravilhoso tesouro!

Chamou a sua amiga baleia para ajudar a levar o pote de ouro.

Quando chegou a casa repartiu o ouro por todos os que viviam no mar.

 

Célia

 

 

 

 

 

 

 

Tuca e a sua vida feliz

 

Era uma vez um gnomo que se chama Tuca.

Ele era muito brincalhão e estava sempre feliz.

Vivia numa árvore com os outros gnomos, alguns trabalhavam, outros andavam a passear.

Nessa altura, ele andava a passear pelo mais belo jardim que estava à venda, que tinha: 9 pessegueiros, 5 laranjeiras, 13 macieiras, 2 limoeiros e 2 chorões.

Como ele adorava fazer magia, fez três feitiços: 1º transformar-se uma criança com 7 anos que medisse 1,21m; 2º aumentar um cogumelo para que medisse 1m e o 3º era que caísse uma laranja da laranjeira.

Ele sentou-se em cima do cogumelo a comer a laranja, achou-a muito deliciosa.

A seguir fez outro feitiço que foi cair fruta para todos os gnomos.

O Tuca foi chamá-los, eles saíram das árvores e transformaram-se em crianças de 6,7,8,e9 anos.

Quando acabaram de comer agradeceram a fruta tão suculenta e deliciosa.

Foram trabalhar satisfeitos e de barriga cheia, mas antes fizeram um feitiço para voltar tudo ao normal.

O Tuca estava feliz por fora, mas por dentro estava triste, porque não tinha nada que fazer.

Como os gnomos acharam a fruta deliciosa, decidiram que o Tuca tinha que dar de comer : ao pequeno-almoço, ao almoço, ao lanche e ao jantar a todos eles.

No dia seguinte os gnomos disseram ao Tuca o que tinha que fazer, todos os dias, ele ficou muito, mas muito feliz.

O Tuca ficou feliz para sempre “ por fora e por dentro.”

 

Conclusão :” Temos sempre que fazer alguma coisa que gostamos!”

 

 

 

O cachorro

 

 

Era uma vez uma menina que se chamava Francisca, mas tratavam-lhe por Kika.

Um dia, a Kika foi dar um passeio pelo jardim. Ao longe ela viu uma roulotte que vendia cachorros.

Os pais da menina não estavam em casa, ela queria um cachorro, mas não dinheiro.

Então resolveu fazer um parque de areia para vender, ganhou 5,50€.

Já podia comprar um cachorro que adorava!

Quando lá chegou, o Sr. dos Cachorros já tinha ido embora, ficou muito triste.

No dia seguinte, o Sr. dos Cachorros ainda não tinha chegado, esperou…esperou…

Passou um quarto de hora, 20minutos, 30minutos, uma hora. Ufa! Até enfim chegou o Sr. dos Cachorros.

A Kika meteu a mão no bolso… e não tinha nada.

Então disse:

– Onde está o dinheiro? Meti-o nas calças do bolso de ontem! Ah!! As calças já foram para lavar!

A Kika foi logo a correr a casa, porque tinha medo que o Sr. fosse embora.

A mãe da já tinha lavado a roupa. A Kika ficou destroçada. Os 5,50€?! Uma nota de 5€ e uma moeda de 50€ cêntimos não estavam lá.

A Kika foi à beira da mãe:

– Mãe, não viu nenhuma nota de 5€ e uma moeda de 50€ cêntimos, ontem ao lavar as minhas calças no bolso da frente?

A mãe respondeu:

– Vi estão na minha carteira!

– Mãe, posso ir buscar?

-Podes.

A Kika foi buscar o dinheiro e comprou o que queria, um delicioso cachorro quente.

 

Juliana   

 

 

Menino  Valentão

 

Era uma vez um menino, um menino pequeno, franzino mas com uma grande coragem.

Ele gostava muito de mistérios, de descobrir, gostava de tudo que esteja relacionado com mistérios, oculto.

O menino morava numa casa onde tinha muitos sítios para esconder-se, era perfeito para jogar às escondidinhas. Do lado de fora da casa havia: pinheiros, carvalhos, um pomar com fruta deliciosa, muitos arbustos, um galinheiro, ervas verdinhas que mais parecia um campo de futebol e milhares de outras coisas. Do lado de dentro de casa já nem se conta a quantidade de objectos que existia.

O menino era conhecido como Menino Valentão.

No dia das bruxas o menino foi convidado para uma festa de bruxas.

No dia da festa, o menino ia mascarado de investigador, aqueles homens que investigam, encontram pistas e coisas assim. Ia com a certeza que tinha a melhor máscara da festa …

Os amigos dele gostaram tanto da máscara que até decidiram fazer-lhe uma partida.

A festa estava a correr muito bem, mas de repente os amigos disseram:

– Alguém roubou o meu casaco!

– Quem é que roubou a minha bolsa!?

– Roubaram-me o relógio!

– A minha máscara desapareceu!

O Menino Valentão pôs-se em acção. Investigou dentro de casa e quase colocava tudo de pernas para o ar. Foi para o exterior e encontrou muitas pegadas que pareciam ser de três pessoas. O menino seguiu as pegadas que foram dar a um arbusto junto da casa dele?! Foi se aproximando devagarinho do arbusto.

– Ah! Ah!

Surgiram três fantasmas com todas as coisas roubadas à beira dele! O menino pegou nas coisas e fugiu a sete pés, os fantasmas foram desaparecendo no jardim.

Quando o menino chegou lá com as coisas e assustado os amigos começaram a rir. Então explicaram tudo e entretanto entraram os três amigos disfarçados de fantasmas.

O menino ficou um bocado chateado, mas depois até se começou a rir com a brincadeira.

Já quase no final da festa o menino recebeu uma abóbora de prémio, para o melhor fato e um chocolate por ser tão valente.

                                                                                                             Pedro

 

 

 

Menino Rafael

 

Era uma vez um menino chamado Rafael que tinha 9 anos e costumava brincar na rua com os seus amigos.

Certo dia, depois de resolver os trabalhos da escola, Rafael foi brincar com os amigos, para a rua. As suas brincadeiras eram quase sempre jogar futebol, jogar às escondidinhas, às caçadinhas.

Enquanto brincavam começou a chover bastante. O Rafael era o mais encharcado de todos e logo foi avisado para se ir limpar e secar.

Quando chegou a casa, o pobre rapaz, ouviu um sermão da mãe. Pois esta, já o tinha avisado várias vezes para não andar à chuva.

Rafael estava cheio de febre e tosse, o que o obrigou a estar, sem brincar, sem fazer nada, apenas estar deitado na cama.

Enquanto Rafael descansava no seu pequeno quarto, a sua mãe foi ao médico de família para lhe receitar os devidos medicamentos.

Dois dias depois, os amigos de Rafael foram visitá-lo e contaram-lhe que os colegas, tinham saudades e o professor também.

Orlando

 

 

 

O Mundo Encantado

 

Num dia maravilhoso de Primavera, algures na floresta, o pai de uma linda menina de cabelos castanhos, olhos verdes e lábios encarnados construía um baloiço com madeira e corda.

Após algum tempo de trabalho o baloiço ficou pronto e estava fantástico.

A menina, a quem chamavam Cátia, todos os dias andava de baloiço.

Um dia ganhou muito balanço e num piscar de olhos sentiu que já não estava em sua casa. Na verdade tinha entrado num portal mágico, num mundo encantado em que tudo era diferente do habitual.

Cátia começou a explorar aquele mundo, descobriu que se chamava “País da Fantasia e da Alegria”. Estava escrito numa placa, perto de uma porta de um palácio enorme.

A Cátia ficou pasmada ao ver um palácio que era 101 vezes maior que ela!

De súbito, apareceu um morcego assustador que voava velozmente e parecia esfomeado.

Cátia ficou cheia de medo, pois era um morcego maior que o normal, apavorada bateu à porta do enorme palácio esta abriu-se…

Atrás da enorme porta estava um homem com um traje preto rasgado com má aparência.

Cátia ficou tão assustada que saiu do palácio desesperada, porém, fora dele estava o morcego.

A pobre Cátia escondeu-se atrás de uma macieira e “pum” caiu-lhe  uma maçã doirada na cabeça… Acordou.

Tinha adormecido no baloiço enquanto olhava para os animais do seu jardim. 

 

Adriana Patrícia

 

 

 

 

Torneio de Ténis

 

No dia 2 do Outubro, de 2007, pelas 15h realizou-se um Campeonato de Ténis, onde participaram várias equipas.

Após todas as equipas mostrarem do que eram capazes, o público elegeu.

O público elegeu duas vencedoras, de equipas diferentes. As quais que tiveram que disputar entre si a final (no campo da direita encontrava-se a Maria e no da esquerda a Rita).

O público deu um forte aplauso às duas vencedoras e de seguida começou o jogo.

A Maria e a Rita estavam muito nervosas, começou o jogo e ficaram mais descontraídas

A vencedora foi a Maria por 3:2.

Foi um excelente jogo e as jogadoras adoraram o torneio.

 Diana

 

 

O menino guloso

 

Era uma vez um menino guloso que por tanta melancia comer ficou com os dentes vermelhos.

O menino pediu ao seu amigo Celso para fazer de pai dele, para poderem ir ao dentista.

Mas o Celso não aceitou e começou-se a rir dos dentes do amigo.

O menino guloso para ter os seus dentes limpos lavou-os muitas vezes.

Afinal, os dentes do menino ficaram brancos num instante, porque os dentes vermelhos eram restos de melancia, por isso e que o seu amigo se ria.

A D. Deolinda um dia decidiu ir ao supermercado, fazer as suas compras semanais. Ela comprou fruta, cereais, carne, leite, lacticínios e peixe.

No supermercado encontrou uma vizinha que levava as mesmas coisas, e pagaram exactamente o mesmo.

 Mas a D. Deolinda não tinha dinheiro para pagar tudo, faltava-lhe algumas moedas.

A sua vizinha como era simpática não se importou de pagar o que faltava.

Assim daí em diante passaram a viver numa alegria harmoniosa.

Diogo

 

 

 

 

A história de Rosa

 

 Era uma vez uma sereia muito bonita, essa sereia era filha do rei de Atlântida e da rainha da Atlântida.

 Mas quando ela era ainda bebé, os tubarões raptaram-na Quando se dirigiam para o local onde a iriam comer, ela caiu da carroça e eles não deram por nada.

Na manhã seguinte um casal viu-a, decidiu ficar com ela e dar-lhe o nome de Rosa. O casal era muito pobre.

A Rosa cresceu e agora tem 9 anos de idade.

No dia em que ela ia fazer 10 anos, os seus pais adoptivos disseram-lhe que ela não era filha deles, mas que quando a encontraram ela tinha uma tiara de ouro e cristais amarelos e verdes e ambos desconfiavam que Rosa era a filha desaparecida dos reis da Atlântida. Como tinham medo de a perder não contaram a ninguém.

A Rosa não queria acreditar, foi falar com os seus verdadeiros pais. Eles disseram-lhe se queria ir viver com eles.

Rosa respondeu:

       –  Sim, mas só se os meus pais adoptivos também vierem para aqui viver e forem bem tratados.

       – Ora mas é claro, isto é se eles quiserem? – responderam os reis.

Os pais adoptivos da Rosa aceitaram.

Ana Rita

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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