Magníficos

Fevereiro 26, 2008 · Comentários Desligados

Uma aventura…A camisola amarelaJoana adorava a camisola amarela, era a sua preferida.
Um dia na chegada da Primavera, Joana vestiu-a, mas ela rasgou-se. Joana estava desesperada para a conseguir coser, tentava tudo.
De repente tive uma ideia e disse:
-Vou pedir, à mamã que a cosa. Ela é costureira.
Joana foi imediatamente pedir à mãe para a coser.
A mãe coseu-a muito rápido, porque sabia se ela não a cose-se Joana ficaria muito triste
Depois de a coser, Joana vestiu-a e foi logo mostrar à família.
Joana ficou muito feliz porque sabia que todos gostavam de a ver feliz.
Quando vesti -a a camisola sentia-se bem. Parecia que era mágica sentia-se como se tivesse num mundo de magia, com flores, animais e o mar. Um som de uma música relaxante, e que a transportava pelo mar.
Ao vesti-la sentia-se simples e boa pessoa. Por isso a mamã fazia sempre a sua vontade e vestia-lhe a camisola amarela.
Ela ficava muito feliz.

Diana 4ºano

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Fevereiro 26, 2008 · Comentários Desligados

  Uma aventura… A quinta das maluquices
Um palhaço, que trabalhava no circo Giroflé, quis mudar de vida, indo para uma quinta com o nome de “Quinta das Maluquices”, onde habitavam animais sensacionais, espectaculares, maravilhosos, esplêndidos!!!
Todos os animais falavam. O que é uma coisa espantosa! Um tinha 8 patas, 2 cabeças e 2 caudas, por isso chamavam-lhe Duplo. Também havia uma galinha resmungona que se chamava Margarida; um galo vaidoso chamado Francisco; uma pata e um pato muitíssimo cuidadosos com o nome de Ana e Bernardo; um cavalo e uma égua que estavam sempre prontos a ajudar, chamados Márcio e Márcia; uma vaca e um boi, sempre a criticar, que se chamavam Filipa e Renato; uma ovelha e um carneiro que estavam sempre a dar bons conselhos, com o nome de Sofia e Leandro; um passarinho muito querido que se chamava Isabel e por fim um gato e um cão que andavam sempre à bulha, esses chamavam-se Dora e Miguel.
Um dia a Márcia acordou aos gritos, dizendo:
-Au, ai, ei, que é que me está a atirar ovos?!!
Toda a quinta acordou com os gritos de Márcia, e disseram em coro:
-O que se passa?
-Alguém me atirou ovos?! – respondeu a Márcia.
-Pois, pois. Tu estavas era a sonhar!!!- disse o Renato.
-Renato, não devias ser assim! – exclamou a Sofia.
-Esperem!!!- gritou a Isabel.
-Porque é que nós não resolvemos isto sem discutir!
-Boa ideia, Isabel!!!- concordaram todos.
Nesse instante, a Ana reparou que a Dora não estava lá. Então a Isabel sobrevoou a quinta, e encontrou-a debaixo de uma macieira a rir-se. Isabel foi para o lado dela, e perguntou-lhe:
-Porque está a rir?
-Porquê? Porque, atirei ovos à Márcia. Ah!ah! Agora vês, porque me rio. – respondeu a Dora.
-Claro que estou a ver, o que tu fizeste foi muito feio. Agora anda comigo.- disse a Isabel.
Quando chegaram ao estábulo, onde estavam os outros animais, a Isabel explicou tudo o que se tinha passado, a Margarida disse muito resmungona:
-Tu partiste-me os ovos todos, para teu castigo, esta semana vais limpar a capoeira.
-Apoiado, acho muito bem!- disseram o Francisco e o Renato.
De repente, o palhaço que era o dono da quinta apareceu para dar de comer aos animais, como era costume, ordenhou a vaca Filipa. Logo que o palhaço foi embora, a Filipa disse:
-Já estou farta!!!
-Então porquê? – perguntou o Duplo.
-Estou farta de ser ordenhada.
-Então, quando me tiram a lã! – disse a Sofia.
-E, eu de por ovos! – continuou a Margarida.
-Eu que tenho de acordar sempre primeiro e cantar! – disse o Francisco.
-Nós que temos de fazer corridas!- exclamaram o Márcio e a Márcia.
-Vocês têm razão! – concordou a Filipa.
No dia seguinte, quando acordaram, foram à horta e viram que as cenouras estavam comidas, lá perto havia uma toca. De repente da toca saiu um casal de coelhos, que disseram:
-Olá, nós somos os coelhos saltitões e adoramos cenouras!!!
Todos ficaram espantados com os coelhos e perguntaram como eles se chamavam:
- Chamo-me Diana.
-Eu Carlos.
Nesse momento chegou o palhaço, que todos os dias ia à horta recolher os alimentos, viu os coelhos e levou-os até à quinta. A partir daí ficaram amigos.
À tarde organizaram uma festa para a Diana e para o Carlos, foi muito divertido.
Passaram-se meses. O palhaço viu os seus animais a fazerem um número maravilhoso.
O palhaço mandou construir um circo na quinta e fazer com os seus animais os melhores truques.
Todos os anos, todos os meses, todas as semanas, todos os dias o circo recebia milhares e milhares de pessoas.
Adriana Patrícia 4ºano

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Fevereiro 26, 2008 · 1 Comentário

Uma Aventura no monte
A minha Aventura foi com a Isa, comigo e com o meu cão (Neco).
Certo dia, eu a Isa e o Neco fomos dar um passeio pelo monte, afastamo-nos muito e perdemo-nos. Fomos à procura do caminho para casa e descobrimos um sítio esplendoroso!
Começamos a explorar o terreno, era lindo, maravilhoso, magnífico.
Os animais que lá viviam: cisnes, patos, borboletas muito coloridas, peixes.
Havia lá palmeiras, fiteiras, um lago com a água pura e cristalina.
De repente …vimos uma luz ao longe.
Eu fiz um sinal ao Neco. Ele descobriu o caminho da minha casa.
Quando chegamos a casa os meus pais e o meu mano estavam muito preocupados.
No fim da aventura, o Neco foi para a casota e a Isa para casa dela. Este passeio foi mais uma aventura, mas acabou tudo bem.
Juliana 4º ano

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Fevereiro 26, 2008 · Comentários Desligados

Uma aventura… O homem das sombras
Num belo dia de felicidade, D. Amélia arrumava a sua casa. Mas D. Amélia quando arruma, deixa ficar tudo limpinho, e via-se que tinha muito trabalho.
Para descansar um pouco, D. Amélia foi a apanhar um bocado de ar, por uns momentos reparou que a sua sombra desapareceu, e logo de seguida perguntou à vizinha do lado:
- Sra. Rosa, a sua sombra desapareceu?
- Claro que não! Isso é uma grande estupidez, a sombra desaparece quando está de noite. E está um sol maravilhoso!
D. Amélia estranhou, porque até a sombra de alguns objectos desapareceu.
D. Amélia ligou à polícia e disse tudo o que tinha para dizer, mas o polícia, respondeu exactamente igual à Sra. Rosa. D. Amélia ficou mais descansada.
Dias depois, já quase todo o mundo tinha perdido a sombra, andavam uns rumores que um tal homem das sombras era culpado disso tudo.
D. Amélia acreditou nesses rumores e telefonou mais uma vez à polícia. Para dizer a todo o mundo para encontrar o homem das sombras e devolver as sombras aos donos. Mas o resultado foi este “nada”.
Todo o mundo pensou que não iam ter as sombras de volta, mas D. Amélia pensou diferente e pensou assim:
- Se nós vivemos nas cidades e aldeias, onde é mais escuro e tem mais gente. O deserto há mais sol e tem menos gente, deve ser mais fácil de procurar.
Então D. Amélia telefonou mais uma vez à polícia, a dizer que queria que a polícia viesse com ela procurar o homem das sombras no deserto. A polícia aceitou.
Seguiram-se dias de trabalho, encontraram o homem das sombras … a roubar uma sombra a um cacto, D. Amélia disse-lhe para não roubar mais sombras e devolvê-las aos donos.
Foi assim que tudo aconteceu, já todo o mundo tinha as sombras de volta, e D. Amélia voltou a casa para continuar a sua limpeza.
Pedro 4ºano

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Fevereiro 26, 2008 · Comentários Desligados

A aventura da cenouraTodo começou numa bela sementinha cinzenta. Um dia foi plantada num campo e foi sempre e bem tratada pela dona, até que nasceu.
As suas irmãs saíram das suas tocas para aproveitar o calor do sol. Ela como era muito tímida ficou na sua toca.
Um dia foram recolhidas pelo agricultor e transportadas por um camião, em caixas muito apertadinhas e geladas.
N o dia seguinte tinham a esperança de ser escolhidas para servir de refeição, por alguém que gostasse de ter os olhos bonitos.
Uma jovem rapariga levou a cenoura para casa e pensou: “Com esta bela cenoura, vou cozinhar uma sopa deliciosa!!”
Muito quietinha e sozinha, cortou as folhas, preparou a sopa e foi tomar um belo duche.
“Agora estou pronta para comer esta deliciosa sopa”
A sopa pensou: “Aqui estou eu, numa bela e bem laranjinha sopa, cheia de energia para a minha amiga.”

Célia Vasco 4ºano

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Fevereiro 26, 2008 · Comentários Desligados

Uma aventura….
Era uma árvore que cresceu no deserto, sozinha não tinha com quem falar.
Ela imaginava que á volta dela havia muitos amigos: um carvalho, com quem ela imaginava que ia á escola aprender as letras, os números. Com cada letra construíam palavras: A de Amar; B de Beto; C de cão; D de Daniela; E de Elefante; F de Fato; G de Gato; H de Hugo; I de Igreja; J de Janela; L de Laço; M de Macaco; N de Nuvem; O de Olá; P de pato; Q de queijo; R de Rato; S de Sapato; T de Tia; U de Uvas; V de Vela; X de Xadrez e Z de Zebra.
Com os números construíam contas.
Porém um dia houve um temporal e surgiu no deserto um lindo carvalho de baixo dos ramos da árvore solitária.
Ela contou-lhe as suas aventuras.
Daniela 3º ano

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