Magníficos

Fevereiro 5, 2008 · Comentários Desligados

                                             O gnomo na praia

Num dia de praia, estava eu no mar, mas não sabia nadar. Perguntei a mim própria. “Como é que se nada?”
…Ouvi uma voz a dizer:”-Estica os braços para a frente e começa a mexê-los”.
- Já consigo nadar. Obrigada! – disse eu ao Gnomo.
- Vamos brincar? – perguntei-lhe.
O Gnomo respondeu:
- Sim, vamos. Onde?
- No dia seguinte de manhã, acordei e disse-lhe:
- Bom dia amigo Gnomo. -Queres vir brincar comigo?
- Quero, vamos jogar a quê? – perguntou o Gnomo.
- Vamos brincar para, a praia é mais divertido. Podemos ir para a areia ou para o mar.
Quando começou a ficar escuro viemos embora.
O Gnomo levou-me a visitar o mundo dos Gnomos. Fiquei muito zangada, porque não queria vir embora.
Mas depois passou, porque o Gnomo disse que tinha uma surpresa para mim. Fomos os dois para minha casa.
Jéssica

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Fevereiro 5, 2008 · 3 Comentários

O Gnomo e o Bolinhas

Era uma vez um menino chamado Bolinhas, que andava a passear o seu cão, um Serra da Estrela. Ouviu uma voz baixinha, nos esgotos.
No dia seguinte foi lá ver quem estava a falar. Ele tinha muita curiosidade. Foi para dentro do esgoto, era um Gnomo e estava a jogar à bola. O Bolinhas deu-lhe um nome Drogba.
Os dois foram à procura da saída do esgoto. O esgoto cheirava mal, tinha maçãs podres e água choca.
O Drogba era careca, tinha 41anos, andava de camisa, calções e galochas.
O Bolinhas encontrou uma saída do esgoto.
- Que bonito! Cá fora é lindo, disse o Dogba.
O Drogba deu poderes mágicos ao Bolinhas.
O Bolinhas ficou mágico e o seu sonho era ser cantor de rock. Alguns anos mais tarde o Bolinhas ficou famoso, com o Drogba.
O Bolinhas e o Brogba ficaram famosos, alugaram uma avioneta para voar até à Inglaterra. Lá ficaram, arranjaram namoradas e a sua família que lá vivia.
Orlando

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Fevereiro 5, 2008 · Comentários Desligados

Gnomo e Célia

Estava um dia de neve, quando Célia foi esquiar.
A caminhar, Célia encontrou uma árvore lindíssima havia um ramo muito brilhante.
Nesse momento caiu uma bola de neve do ramo…Depois o ramo transformou-se num Gnomo. Célia ficou espantada que disse:
- Como é que tu apareceste – pergunta Célia.
Eu apareci daquele ramo – responde o Gnomo.
O Gnomo era tão bonito! Os olhos eram verdes, o fato verde, a faixa azul, o cabelo castanho e um barrete azul.
Eu convidei – o para vir a minha casa, porque era noite de Natal.
Ele disse que sim.
Chegámos a cãs, o Gnomo fez uma enorme magia. Colocou muita comida na mesa de Natal.
A Célia ficou admirada e disse – lhe:
-Então, tu fazes magia?!
- Claro que sim, os Gnomos fazem magia! – responde ele.
Comeram aquela deliciosa comida de Natal. A seguir abriram os presentes de Natal.

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Fevereiro 5, 2008 · Comentários Desligados

O gnomo (texto colectivo)

Numa bela tarde de Primavera andava eu a passear o meu cão Lelo, no jardim, quando de repente uma voz interrompeu o lindo canto dos pássaros.
- Que lindas! Que cheirosas! Que maravilhosas! -dizia um rapazito, que estava nu meio das flores.
Aproximei-me do rapaz e apercebi-me que ele tinha algo de diferente.
As suas orelhas eram bicudas.
- Olá! – disse-lhe.
- Olá menino! – respondeu ele, voltando-se para mim.
Que estranha era aquela figura. Para além das orelhas bicudas, tinha o cabelo cor do fogo, os olhos verdes como a relva, uma barba compridas na cabeça tinha um barrete verde e um fato era verde cheio de botões dourados.
-Não te assuste! Sou o Gnomo KaKa. – disse ele.
- Do lugar de onde venho as flores são todos iguais, têm todas o mesmo cheiro e são todas da mesma cor: verde.
Anda daí. Eu mostro – te as nossas belas flores. -disse-lhe.
Mostrei – lhe o jardim de uma ponta à outra.

Gonçalo, Hélder, Alexandra, Diogo, Anabela e Luís Alexandre

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A Margarida, o Gnomo e a Matemática

Fevereiro 5, 2008 · Comentários Desligados

Na biblioteca da sala temos o livro: A Margarida, o Gnomo e a Matemática, escrito por Maria de Lurdes Marcelos e ilustrado por Salomé Nascimento. A professora lê-nos a história por capítulos, ainda vamos no inicío da história e já descobrimos como a Matemática pode ser divertida.

A proposta de trabalho era imaginar uma aventura com um gnomo.

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O Gnomo e a Diana

No dia 25 de Dezembro, noite de Natal, á meia-noite estava lá eu, ao pé da lareira. Esperava pela minha mãe para ir buscar as romãs.
De repente. Na estrela do pinheirinho ouvi uma voz que dizia:
- Olá feliz Natal!
Não sabia o que havia de dizer e respondeu:
- Quem está aí? Quem fala?
Ninguém respondia. Passaram alguns momentos a voz voltava:
- Sou um Gnomo, sou mágico. Estou surpreendido por não me deitares ao lixo, ao fim de alguns dias.
Perguntou:
Porque haveria de fazer isso?
Gnomo respondeu:
- Sebes Diana, às vezes as pessoas não dão valor ao que têm. Só gostam de gastar dinheiro para nada.
Pensei:
“Então é por isso que muita gente morre, porque são pobres “
Convidei o Gnomo para vir jantar connosco.
Gnomo disse:
-A sério!!?
Respondi:
- Sim, a minha mãe não se importa de ter visitas, ela adora.
Diana foi chamar a mãe, para que ela deixa – se o Gnomo jantar lá em casa a mãe aceitou.
Disse – lhe
- Queres vir brincar, para o meu quarto?
Gnomo respondeu.
- Claro.
Mais tarde a mãe da Diana disse – nos:
- Diana está na hora de ir para a cama
Quando a mãe foi para a cozinha, o Gnomo disse – lhe:
- Amanhã, as 9:00 da manhã estarei no jardim. À tua espera, para brincar.
-Mãe o meu amigo está lá fora para vir brincar comigo, posso?
A mãe respondeu:
- Sim podes.
Foi assim que a amizade entre os dois se fez.
Diana

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