Magníficos

A sereia e o rapaz

Fevereiro 3, 2008 · Comentários Desligados

O rapaz quis parar de brincar, olhou para o rio e viu um peixe todo colorido, que disse:
-vai brincar e amanhã volta aqui.
Na manhã seguinte, muito cedo o rapaz voltou, encostou a cabeça à água.
-Peixinho, sou eu o rapaz de ontem! – disse muito baixinho.
Alguma coisa puxou-o para dentro do rio, mas ele nem sentiu.
Olhou à sua volta, viu que estava dentro do rio.
-Anda comigo!? -pediu o peixe.
Para quê? – perguntou o rapaz.
- Já vez. -respondeu o peixe.
O peixe levou-o até um sítio espectacular …era só peixes às cores. Por de trás deles, estava uma sereia sentada numa concha .
- Desviem-se! Nadou o peixe.
O rapaz estava com os olhos esbugalhados. A sereia era lindíssima, tinha o cabelo loiro e olhos azuis.
- És linda!!! -bolinou o rapaz.
- Obrigada! -respondeu a sereia.
- Como é que vocês se chamam? – perguntou o rapaz.
-Chamo-me Flora. – respondeu a sereia.
-Eu Leonardo, sou o que mando nos peixes. Como quem diz! – respondeu.
- Tenho que ir embora! Chau! – despediu-se o rapaz.
- Chau! – despediram-se todos.
A partir deste dia todos os dias, visitava: o Leonardo, a Flora e todos outros.
Um dia , o Leonardo contou ao rapaz que a Flora estava a transformar-se numa borboleta…
Mas?! Como era possível.
O rapaz disse ao Leonardo disse que gostava dela desde que a viu e não se importava de ser uma borboleta, mas o problema era a família.
O Leonardo disse que ia ser borboleta só por um dia. Logo transformavam-se em humano de novo. A Flora concordou e aceitou a sua decisão.
No dia seguinte, logo de manhã cedo transformaram-se em borboletas. Voavam à volta do rio e brincavam com os seus amigos peixes.
Helena

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O Miguel e o ribeiro

Fevereiro 3, 2008 · Comentários Desligados

O Miguel numa tarde de verão vê algo estranho ao longe, no ribeiro.
- O que será aquilo? -perguntava o Miguel muito exclamado.
Miguel foi a correr e…era um papel do gelado do seu irmão Tavares.
- Não deves deitar o lixo para o chão ou para os ribeiros. Não faças isso está bem!? – dizia o Miguel muito zangado com o seu irmão Tavares.
-Eu nunca mais faço! -respondeu o Tavares.
Tavares era o seu irmão mais velho e o mais novo chamava-se Sousa.
A escola de Sousa tinha organizado um piquenique na floresta perto do ribeiro e fizeram uma fogueira.
Miguel sentiu e viu o fumo e foi logo a correr, porque pensou que a floresta estava a arder.
Para salvar o seu irmão Sousa e a floresta, foi a correr buscar um balde, para encher água do ribeiro e apagar o fogo.
No verão brincavam com os seus irmãos e amigos junto do ribeiro.
Chegou o Inverno, o ribeiro estava congelado.
Ele, os irmãos e os seus amigos foram patinar para o ribeiro…
- Pum! – caiu o Miguel.
- O Miguel partiu uma perna. -dizia o seu amigo João.
Levaram o Miguel com todo o cuidado, para casa.
Contaram tudo a mãe do Miguel.
A mãe proibiu-o de se aproximar do ribeiro nesta época do ano.
Tânia

Categorias: escrita

O que tem no rio?

Fevereiro 3, 2008 · 1 Comentário

O Pedro (o rapaz), no Verão vai sempre nadar para o rio nas águas calmas e brilhantes. Ele vai com os seus dois amigos e os dois irmãos mais novos.
Um dia, estavam perto do rio e repararam que o rio estava todo poluído. Então decidiram que deviam limpar o rio.
Foram chamar alguns adultos, amigos e amigas para os ajudar. Foi difícil, e demoraram meio mês para limpar, mas conseguiram.
Finalmente o rio estava lindo!
No dia seguinte, ao terem terminado a limpeza foram para o rio nadar e brincar, o Pedro mergulhou bem lá até ao fundo do rio a nadar e viu um alto, foi ver o que era, e encontrou um cofre, tirou de dentro do rio, mas precisou de ajuda, foi chamar os amigos, e dentro do cofre tinha muitos brinquedos e muito dinheiro.
Ficaram todos felizes.
Ana Rita

Categorias: escrita

André e o rio

Fevereiro 3, 2008 · Comentários Desligados

Era uma vez um rapaz chamado André que adorava brincar no ribeiro, Inverno, quando a geada caía.
Um dia na chegada do Inverno, André Foi brincar para o ribeiro que estava sempre cheio de neve.
Ele adorava fazer patinagem com os seus irmãos e seus amigos sobre as águas.
Passaram alguns dias e continuaram com as brincadeiras. Um dia enquanto estavam a fazer patinagem, apareceu um gigante que queria tirar o gelo do rio. André os seus irmãos e seus amigos ficaram assustados e disse:
_Gigante. Se nos deixares partir amanhã encontramos – nos no ribeiro. Eu dou _ te compota que a minha mãe faz e è deliciosa.
O gigante respondeu:
_ Está bem. Amanhã encontro-me contigo no ribeiro. Não te esqueças.
No dia seguinte André estava á espera do gigante e deu – lhe compota.
O gigante contente com a compota fugiu e nunca mais apareceu nem os assustou.
André e os seus amigos felizes fizeram patinagem até ao pôr -do – sol.
Diana Sousa

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O rio

Fevereiro 3, 2008 · Comentários Desligados

Um dia, o Rui foi dar um mergulho no rio, porque era Verão e estava muito calor.
O rio era brilhante, cheio de peixinhos coloridos, e a água era azul, muito límpido.
Quando ele saltou para o rio acordou muitas sereia…então as sereias vieram a superfície ver o que se passava.
De repente o Rui viu todas aquelas sereias e perguntou assustado:
Quem são vocês? De onde vieram?
As sereias também assustadas lá responderam:
Nós somos as sereias! Vivemos no rio.
Mas eu nunca vos vi por cá – disse o Rui admirado.
Eles conversaram e ficaram muito amigos.
Cada vez que o Rui ía ao rio via as sereias e brincar muito com elas.
Célia

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O segredo do rio

Fevereiro 3, 2008 · 2 Comentários

O livro “O segredo do rio” do escritor Miguel Sousa Tavares e ilustrado pela Fernanda Fragateiro, é uma das história preferidas.

A professora leu a história por capítulos e interrompia a his´tória para nós imaginar-mos o que vinha a seguir. Ilustramos a história, desenhos o que a carpa trouxe para o menino e reinventamos a história.

A bruxa Enriqueta e o segredo

O rapaz adorava aquele rio. Ninguém sabia porquê? Mas ele gostava.
Num dia de Inverno, o rapaz chateou-se com os irmãos e sentou-se numa rocha. Os seus irmãos empurraram-no, e ele caiu ao rio.
No leito do rio, o rapaz viu coisas impressionantes !! Peixes coloridos e brilhantes. O mais impressionante eram os peixes que não faziam mal, a uma mosca, ninguém comia ninguém… No fundo do rio, o rapaz viu uma casa. No princípio estranhou!? Bateu à porta e surgiu de lá de dentro da casa tipo uma bruxa do rio.
-Oh! O que andas aqui a fazer rapaz? De certeza que estás perdido. Entra, entra, para me fazer companhia. – disse a bruxa do rio.
O rapaz aceitou. Quando entrou, reparou que estava tudo desarrumado e perguntou:
- Como te chamas?
- Chamo-me bruxa Enriqueta . Sou a bruxa que guarda o rio. – respondeu a bruxa.
-E porque é que tens isto tudo desarrumado? – perguntou o rapaz.
-Porque não tenho tempo, estou sempre ocupada a guardar o rio. – respondeu a bruxa
-Se quiseres eu ajudo-te. – respondeu o rapaz
-Está bem, mas não queres regressar para casa?
-O rapaz nem respondeu, começou a arrumar. Mas a casa estava tão desarrumada! Levaria um mês arrumar, começou pelo chão. Como a casa era um bocado grande, tinha que trabalhar imenso, e começou a cantar:
-Lá! Rá, lá, lá, lá! Lé! Ré, lé…
O chão já estava limpo… mas a sua barriga, fazia um barulho!!
Foi à beira da bruxa, perguntou se podia comer alguma coisa.
A bruxa disse-lhe para comer uma salada de algas.
O rapaz quando viu aquilo quase vomitou. Como estava com tanta fome, teve que comer. Achou uma delícia. De seguida foi para a cama, pois estava exausto.
Passaram-se os dias. Ele arrumou tudo o que tinha para arrumar.
No último dia, foi divertir a valer. A bruxa ficou um bocado calada, e de seguida contou-lhe o grande segredo! O segredo do rio.
-Sabes uma coisa, este rio tem um segredo. Eu vou-te contar-te, é assim: “- A minha irmã que já morreu, fez um rio. Naquela altura, estava tudo seco, os animais iam ali beber água, mas ninguém sabia que tinha fadas dentro do rio. Um dia a minha prima queria conquistar o mundo, precisava de fadas. Então, ela e minha irmã lutaram. A minha prima ganhou e ficou com tudo. Mais tarde, vim reconquistar o que nós perdemos, consegui e até agora ninguém sabe que este rio é mágico.”
A bruxa levou-o a um sítio… lá tinha um tesouro! Ela deu-lhe o tesouro como recompensa e despediram-se.
Pedro

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Se eu fosse “Voluntário”

Fevereiro 3, 2008 · Comentários Desligados

Se eu fosse um “Voluntário”, ajudava os pobres, falava com eles, dava-lhes roupa e comida…
Andava de mendigo em mendigo, a ver se precisavam de ajuda.
Ângelo

Faltam duas semanas para o Natal. Temos de ir aos supermercados comprar: comida, roupa e brinquedos, para dar às pessoas que estão na rua, bebés, homens, mulheres e crianças.
Faltam 8 dias para o Natal, as pessoas da rua também podem ter um presente?
Faltam 3 dias as pessoas estão tristes vamos brincar, falar e ouvi-las, conversar e andar na rua com elas e falar de alegria.
Viva é Natal!
Temos que ir levar: as batatas e o bacalhau e as prendas.
Estamos alegres, vamos nos reunir e fazer uma festa. Nunca esqueçam não ganhamos dinheiro somos voluntários.
Daniela

Eu vou todos os dias às lojas pedir comida, roupa e brinquedos para dar aos pobres da minha freguesia.
Jéssica

Falava com os amigos e familiares para fazermos uma recolha: de alimentos, roupas, brinquedos para dar às pessoas mais necessitadas pessoas.
Não queria que lhes falta-se nada. Eu ia visitar as pessoas que estivessem doentes as pessoas idosas a atravessar a rua, ajudava a carregar os sacos e outras coisas que elas não pudessem. Procurava encontrar famílias que deixassem as pessoas que não tem onde dormir, nem comer para na noite de natal os deixassem comer á mesa e lhes dessem um lugar para eles dormirem.
Gonçalo

Eu sou Voluntário, nos dias antecedem o frio gosto de ajudar os sem abrigo e os mais pobres. Levo roupas, comida, brinquedos e cobertores para eles passarem as noites mais quietinhas, e dar-lhes um bocadinho do meu amor. 
Luís Alexandre

Se eu fosse um ” Voluntário” ajudava as pessoas, ouvia o que elas tinham para me dizer.
Quando elas estivessem tristes eu conversava e escutava-os. Aos que vivem na rua devíamos ajudar.
Ana

Se eu fosse um Voluntário ajudava as famílias que vivem na rua, saía de casa para distribuir roupa, cobertores, comida e alguns brinquedos.
Quando encontro uma família dou algumas coisas que elas precisam.
Célia

Nos dias que antecedem as festas especiais, todos os Voluntários vão recolher por pessoas, empresas alimentos, roupa, brinquedos… Depois, nesses dias, os Voluntários entregam tudo a pessoas necessitadas. Um desses Voluntários era eu.
Quando entregávamos as coisas às pessoas necessitadas, elas pulavam de alegria por ter comida, roupa, brinquedos, mesmo que seja só um pouco.
Adoro ser um Voluntário.
Adriana Patrícia

Um dia se fosse uma voluntária, ia ajudar as pessoas mais pobres, poderia recolher comida e roupa…
Se fosse preciso, perguntava às pessoas que tinha mais de 1 casa, se davam aos pobres.
Nos dias antes do Natal, se fosse mesmo preciso, fazia tudo o que já escrevi, para festejarem o Natal e até depois, mas era se os donos deixassem.
Era bom que o Pai Natal existisse todos os dias, para dar presentes aos pobres.
Só queria que os pobres fossem felizes!
Helena

Se eu vos voluntária ajudava as pessoas e falava com elas, dava-lhes roupa e comida.
Alexandra

Eu sou um Voluntário Europeu. Um Voluntário é uma pessoa que ajuda os outros, e não ganha nada.
Estamos nos dias que antecedem o Natal, e por isso viajei por quase toda a Europa, a pedir comida, roupa, brinquedos às empresas e às pessoas. É para dar às famílias de África, que é um continente muito pobre.
Não consegui dar a todas as famílias, mas consegui que elas tivessem um ombro para chorar, alguém com quem desabafar, carinho. Também prometi que para o próximo ano, chegará para toda a gente.
Fiz uma viagem longa, e não pude festejar o Natal com a minha família. Mas sei que fiz muitas pessoas felizes.
Pedro

No Natal vou levar comida, brinquedos, roupas, dar dinheirinhos de Natal aos mendigos. Vou pedir, tudo isto, aos super mercados, mercados, feiras, empresas, irei de casa em casa a pedir e quando vir alguém pedir-lhe hei. Aos que estão na prisão irei os consolar, falar.
Ana Rita

Se eu fosse um voluntário ia distribuir comida pelos pobres, dava-lhes roupa, água, cobertores, brinquedos, calçado, livros, bolas, camas, relógios e dinheiro para o que o que precisarem.
Se pudesse dar mais coisas, mais coisas lhes dava.
Eu dava-lhes isto tudo, não porque é uma data especial, mas porque alguns não tem família nem amigos.
Orlando

Nos dias que antecedem as festas,  os Voluntários recolhem pelas pessoas: os alimentos, brinquedos, roupa, …
A seguir entregam às pessoas que precisam.
As pessoas que precisam ficam alegres e feliz, porque alguém se recordou deles.
No fim quando já derem tudo o que eles precisam vão, os Voluntários vão ajudar outras pessoas.
E isto tudo faz-se assim: os Voluntários fazem as coisas mas não recebem nada e vão buscar tudo aos supermercados às empresas…
Juliana

Se eu fosse voluntário, nos dias que antecedem a entrega, recolhia por todas as casas um pouco do que precisam como: alimentos, brinquedos, roupas, etc.
Construía casas para os que não têm abrigo e ia pelas ruas a ver quem não tinha abrigo.
Dava todo o que recolhi aos pobres e ia abrigava-os numa casa que construí.
É importante um prato de comida e roupa, dar aos que precisam no Natal, todos os dias.
Um simples prato de comida e importante para ver uma pessoa feliz.
Tânia

 

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