A escola foi ao Teatro Rivoli, ver a peça:” O Principezinho” de Saint-Exupéry.
O som que o avião fez ao cair foi muito divertido, também gostei do rei, porque a roupa dele era muito engraçada e a sua voz era alegre; o vaidoso era parecido com o rei, porque pensavam que eram os melhores; o comerciante, um homem que só queria estrelas de ouro, prata e bronze, era um inútil. Também havia o geógrafo que não sabia onde se situavam os rios, mares, montanhas, o bêbado que bebia para esquecer. Só um é que podia ser amigo de alguém, o acendedor de candeeiros, porque não se importava só com ele.
Com a história do Principezinho aprendi que não se deve olhar as pessoas por fora, mas sim por dentro.
Na minha opinião os actores representaram bem, a iluminação era linda. A história foi bem representada. O Principezinho era encantador e o cenário estava de acordo com a história.
Adriana Patrícia
Fomos ao Porto ve o teatro: “O Principezinho”.
No teatro os pormenores que eu reparei, foram: o avião a despenhar-se, o rei e a flor.
A história foi muito bem representada e tiveram muita criatividade e imaginação.
Os cenários estavam de acordo com a história.
O actor que fez de Principezinho representou muito bem, foi espectacular. Ele até estava a fazer playback do rei.
Valeu apena ir ao teatro!!!
Helena
Nós fomos ao teatro Rivoli, ao Porto ver a peça o “Principezinho”. O teatro é muito grande!
Eu gostei do Saint-Exupéry, porque ele representou muito bem, o rei, o vaidoso, o bêbedo, o comerciante, o geógrafo, o acendedor de candeeiros e a comerciante que vendia remédios para matar a sede, representavam muito bem. Também gostei como eles construíram o avião.
Os actores representaram muito bem, estava muito iluminado o Teatro Rivoli, o cenário estava igual a história do “Principezinho” da nossa história.
Ensinaram -me que não devemos de deitar água fora porque estão muitas pessoas a precisar de água, e também ensinou-me a fazer amizades, o que é muito importante !
Eu gostei muito de ir ao Porto porque pude ver a Câmara, o inicio da construção da maior árvore de Natal e a cidade do Porto.
Orlando
No dia 26 de Outubro a minha escola foi ao Teatro rivoli ver a peça: “O Principezinho” de Saint-Exupéry.
No início da peça estava tudo escuro e havia um écra enorme por de trás dos persinagens. Começa um homem a falar, quando há um barulhão de um avião a cair.
Eu gostei muito da parte em que o haviam caía! Acho que as personagens representaram bem e o Principezinho sabia muito bem a história.
As roupas estavam de acordo com a história, os cenários também e as estrelinhas à volta eram engraçadas. As luzes mostravam bem quando era dia e quando era noite.
Ana Rita
Gostei da ida ao Porto para ver o teatro. Mas gostei ainda mais da viagem do que o teatro, porque na viagem aprendi muito. Vimos o Porto de Leixões ( que é um do mais importantes do país ), o metro e também conseguimos apreciar as paisagens do Porto ( era muito trânsito, muitas lojas, casas, centros hospitalares, igrejas … ).
O teatro também não fica atrás, foi castiço e as roupas eram iguais à história, do livro. O teatro ensinou – me que o importante é visível ao coração e não aos olhos. No teatro também deu para rir, com determinadas partes da representação, a todos que estavam lá.
Foi muito divertido a ida ao Porto.
Opinião
A minha opinião sobre a peça de teatro: todos os actores representaram bem, o cenário estava bem iluminado e de acordo com a história; representaram quase toda a história. O actor que fazia de Principezinho sabia a história toda e de todas as personagens.
Pedro
Na ida ao teatro diverti-me muito.
Quando começou…aquilo parecia o quarto escuro, era mesmo um espectáculo!!!
Eu adorei uma parte que foi quando o avião caiu, até dei um salto quando se ouviu um estouro.
Não vi o poço a aparecer, porque estava atenta ao aviador e ao Principezinho.
Foi um espectáculo, mesmo um espectáculo!!
Com o Principezinho aprendi que “o que é invisivel aos olhos é visivel ao coração”.
A rosa era muito linda, mas ao mesmo tempo um bocadinho mentirosa e queria mandar nele.
A parte que eu não gostei foi a parte da serpente que matou o Prinicipezinho. A história foi gira e ao mesmo tempo triste, mas foi só no fim.
Eu penso que as personagens representaram muito bem, entendia o que eles diziam, estava bem iluminado, os cenários estavam de acordo com a história e o Principezinho conseguiu decorar toda a história.
Juliana



