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Festas das Cruzes
Abril 30, 2007 · 2 Comentários
As Festas das Cruzes são muito importantes para o nosso concelho.
Vejam um pouquinho do que podem ver.
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Festa das Cruzes
Abril 29, 2007 · Comentários Desligados
Estamos de férias, quer dizer umas mini-férias.
Querem saber como?
Visitem Barcelos. As nossas festas são muito conhecidas e representam a nossa história local (tradições).
Para os nosso amigos que vivem longe, nós depois contamos como foi. Podem visitar-nos virtualmente.
Surpresa
Abril 27, 2007 · 1 Comentário
Hoje, a professora tinha uma surpresa para nós. A visita à escola antiga, agora Sede da Junta de Freguesia de Alvelos.
Querem saber o que fomos ver??
Fomos ver uma exposição que representava uma sala de aula, muito, mas muito antiga. Organizada pela Associação de Jovens de Alvelos, Mais Juventude e pela ACOBAR.
Como eram antigos os livros, os cadernos e escreviam a tinta! Devia ser muito difícil!? Porém, algo continua igual… os mapas, as medidas de comprimento, peso e capacidade. Nós já utilizamos as de comprimento.
Gostamos das mesas, eram engraçadas, dos brinquedos, mas não gostámos da palmatória.
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Manhã desportiva
Abril 26, 2007 · 2 Comentários
Hoje foi a manhã desportiva.
Os alunos do 1º ciclo participaram no torneio de Futebol de Cinco e nas provas de Triatlo, organizadas pela Empresa Municipal de Desportos de Barcelos.
Os alunos eram tantos! Foi uma festa e uma alegria participar nas provas.
A professora da Actividade Físico Desportiva está de parabéns pela organização e por nos preparar tão bem.
O primeiro jogo foi Futebol de Cinco masculino e ganhamos, seguiu-se o futebol feminino aqui perdemos. Logo a seguir começaram as provas de Triatlo e alguns meninos e meninas ganharam, porém ainda não sabemos os resultados finais.
A nossa participação terminou com o Futebol de Cinco masculino e nós Alvelos fomos os vencedores.
Pequenas histórias
Abril 24, 2007 · Comentários Desligados
As histórias que inventamos nas férias da Páscoa.
Os títulos são os mesmos das histórias que lemos.
O chapéu de D. Cogumelo
Era uma vez um senhor chamado D. Cogumelo.
Ele tinha um chapéu de malha, muito bonito.
Gostava muito do seu chapéu.
É maravilhoso, mas é só meu, e não é para ninguém.
O chapéu é muito importante para ele
Um dia um esquilo, atirou – lhe com uma bolota ao chapéu.
Quando ele deu por ela já não tinha o chapéu.
- Onde está o meu chapéu?
O D. Cogumelo foi procura-lo e acabou por encontrar.
A partir desse dia o D. Cogumelo decidiu partilhar o seu chapéu com toda a gente.
Diana
O tesouro
O meu maior tesouro é a minha família e os meus amigos.
Quando passeio com a minha família, brinco com os meus amigos sou feliz.
Os meus pais dão-me muito carinho, ajudam-me quando eu preciso, nos T.P.C, cuidam
De mim quando eu estou doente…
O meu irmão brinca comigo e eu com ele, mas vezes há zangas entre nós o que são naturais.
Os meus amigos são iguais ao meu irmão porque há zangas entre nós , mas gostamos de estar juntos .
A minha melhor amiga é a Rita, é gorducha e muito engraçada.
Mas de quem eu gosto mais é da minha família.
Juliana
Fita, pente e espelho
Era uma vez um homem muito rico, invejoso, mau e convencido que se chamava Eric.
O Eric cada dia que passava, olhava para a sua fita mágica e dizia:
- Há alguém mais belo do que eu?
A fita respondia:
- Não vós sois o mais belo!
Um dia a fita disse:
- Sim, o Rafael.
O Eric ficou tão zangado que cortou a fita e comprou um pente mágico.
Também mudou a sua pergunta que agora é assim:
- Pente, pente há alguém mais bonito do que eu?
O pente respondia:
Não, não há beleza Maios do que a tua. A beleza do Rafael vem a seguir.
Mais uma vez o Eric ficou tão furioso que deu o pente aos cães e comprou um espelho mágico.
O Eric de novo perguntou:
- Espelho, espelho meu há alguém mais giro do que eu?
O espelho respondeu:
- Sim, há alguém mais giro, o Rafael.
Mais uma vez o Eric ficou furioso e partiu o espelho e nunca mais perguntou a ninguém se era o mais belo.
Ana Rita
As orelhas do abade
Era uma vez um abade que tinha as suas orelhas muito grandes.
Ele tinha muitos problemas por causa das suas orelhas…
O abade ouvia tudo muito bem, fosse alto, fosse baixo e em quase todo o lado.
Um dia foi ao médico.
O médico disse:
-Se lhe cortassem as suas orelhas ganhava uma fortuna!
-Pode sair, se faz favor. Disse o médico
O abade chegou a casa, mas parecia que estava tolo?!
Pegou numa tesoura e cortou as orelhas, saiu pouco sangue.
Mas é estranho!! Porque de orelhas grandes sai muito sangue.
Mas pegou em pensos e colocou-os nas orelhas da mesma forma.
Logo foi vendê-las para a praça, mas ninguém as quis comprar.
Nem agora nem nunca.
Ângelo
O palhaço Tristoleto
O palhaço Tristoleto gosta da vida do circo.
Gosta de trabalhar no circo, porque faz rir as pessoas.
Quando não vai, ninguém ao circo, o palhaço fica muito triste.
Porque a, vida dele é entreter as pessoas e fazê-las sorrir.
Gonçalo
Vem aí a Prima Vera
Era uma vez um grupo de amigos que estudavam e brincavam sempre juntos.
Estas crianças faziam imensas brincadeiras e divertiam-se muito.
Até ao dia que estavam chateadas, pelo mau tempo que estava lá fora.
Elas tinham que estar sempre dentro de casa.
Quando as brincadeiras terminavam, as crianças iam para a janela lamentar-se e sonhar.
A chuva continuava imensa e o vento soprava muito forte, era Inverno.
A estação do ano que as crianças não gostam porque é fria e escura.
Todas as crianças queriam um tempo mais quente, com lindas nuvens brancas, o céu azul e o sol a brilhar.
Alguns dias depois, as crianças já tinham perdido a esperança do seu sonho, brincar no jardim.
Mas um raio de sol começou a brilhar, o bom tempo que tanto queriam chegou.
Os pássaros cantarolavam, as flores sorriam, as brincadeiras começaram era a alegria a voltar.
Todas as crianças saíram às ruas e gritaram cheias de alegria “Vem aí a Primavera”
Jéssica
A trança voadora
Era uma vez uma bruxa muito má, mas que tinha uma filha muito boa e bonita.
A filha da bruxa tinha uma trança que saia pela janela e voava ao sabor do vento.
A bruxa má não gostava da trança da filha, porque o cabelo dela era curto e desajeitado,
estava sempre a querer cortar-lhe a trança para que ficasse muito feia.
Um dia, a filha foi para a janela pentear o seu belo cabelo. A trança voou e foi ter a uma nuvem,
lá tinha muitas “pegas”.
As”pegas” com os seus bicos puxavam a trança e a menina não conseguia fazer o seu penteado.
A menina disse-lhes:
- Querem vir jantar comigo?
As pegas responderam:
- Sim queremos.
- Mas quando? – pergutaram todas felizes.
A menina respondeu:
- Talvez sábado, às 8 horas e 10 m.
Elas disseram que estava bem e que iam aparecer.
Desta forma a menina libertou-se das “pegas” e descobriu novas amigas.
No sábado as pegas apareceram para o jantar que era bacalhau com natas e caldo verde.
Mas as pegas não comiam nada do que estava na mesa. Elas só comem milho, bichos, pão e pássaros pequenos.
A menina pediu desculpa e combinaram para o Domingo da semana seguinte.
No dia combinado, a menina fazia 18 anos e era a sua festa, a comida era: bolo de chocolate, água, salada, milho e minhocas.
A bruxa má ofereceu à menina um boneco traquina para lhe despentear a trança. Mas ela agradeceu e não quis.
A bruxa má, mais tarde, casou com um homem que era muito mau e a menina já não aguentava.
Então foi pedir às amigas “pegas” se sabia de algum sítio para ela ficar em segurança.
As “pegas” disseram-lhe:
- Tens as tuas malas?
- Eu já as trouxe e até cortei um pouco da minha trança. – disse a menina.
A menina com as “pegas” fugiu para um país distante e foi muito feliz.
Daniela
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Entrevista
Abril 24, 2007 · 2 Comentários
No dia 24 fomos à Biblioteca Municipal de Barcelos para festejar o Dia Mundial do Livro.
Fomos conhecer a escritora Mª do Pilar Figueiredo.
Durante a semana anterior, lemos a obra infantil da escritora “O seixo branco”; pesquisamos a sua bibliografia; escrevemos algumas perguntas para a entrevista e alguns alunos preparam a dramatização da história.
No dia 24 partimos para a biblioteca, com um pouquinho de atraso, para a dramatização e para a entrevista.
O nosso dia foi muito especial.
História
Abril 23, 2007 · 2 Comentários
Nós, os Magníficos (3ºano) e os meninos do blogue Ventos a Mudar, vamos construir uma história a “dois” e ilustrá-la.
Nós começámos e sem título, porque só no fim, nós (Magnificos e Ventos a Mudar) vamos descobrir qual o melhor título.
Um dia, um soldado míope que vive em Israel parte para a guerra no deserto. O deserto era muito árido, muito quente durante o dia, muito frio durante a noite e por vezes acontecem grandes tempestades de areia que parecem furacões. O soldado Yuri era alto, magro, careca pois gostava de passar a mão pela cabeça e não ter cabelo. Yuri tinha uns olhos azuis como o céu, em dias de muito calor, a sua boca era fina e longa, era sorridente, o seu nariz era pequenito, mas era míope.
O soldado Yuri quando partiu para a guerra levava uma farda preta, uma botas quentes, mas leves. A sua arma era leve mas muito perigosa.
O percurso para chegar ao campo de batalha foi de 10 horas e pelo caminho aconteceu…
Pelo caminho, como era míope, não se apercebia que de repente surgiam dunas de areia enormes. Lá vinha ele a rebolar pelas dunas, a arma para um lado e ele para outro, a farda cheia de areia.
Passou ao lado dele um soldado amigo que o ajudou a levantar. Mas como não via nada, acabou a puxar o amigo e gerou-se a confusão, rebolavam os dois pelas dunas.
Entretanto levantaram-se e continuaram o caminho. Quando chegaram ao acampamento, já tarde, o general perguntou o que tinha acontecido.
O soldado míope explicou-lhe, mas não se livrou do castigo.
Yuri partiu para …
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