Magníficos

Entradas desde Novembro 2006

Formação

Novembro 27, 2006 · Comentários Desligados

A nossa professora foi a uma formação sobre Bonecos de esponja.

Aqui está o resultado da sua formação:

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Categorias: Mª Helena

Portas

Novembro 25, 2006 · 3 Comentários

Começamos o dia a escutar na Esposende Rádio a poesia “Portas” 

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Sem portas não havia
a palavra intimidade
nem a palavra privacidade
nem a palavra casa.

Casas também não havia.
Quem é que as queria
se não se podia entrar nem sair delas?
 Também não havia janelas, telhados, varandas.
Talvez não houvesse ruas
E, sendo assim, também não havia cidades.

O mundo, que é só um, ficaria parado.
Não se podia entrar em lado nenhum,
Não se podia sair de nenhum lado.

Sem portas nada se passava,
nada acontecia.
Também não havia segredos
porque não havia onde os guardar.
E não nasciam nem morriam pessoas
Porque para nascer e para morrer
Também era preciso passar uma porta.

Ninguém se lembra
que a porta de casa tem duas caras:
a de dentro e a de fora.
Se uma ri, a outra chora.

A de dentro está aconchegada,
sente o calor da lareira e das pessoas,
sabe o que há para o jantar,
cheira e vê as coisas boas.

A de fora dorme à chuva,
gela de frio e de tristeza.
Recebe os golpes do vento
 E o chichi dos cães vadio,
As pancadas do carteiro,
Que bate sempre três vezes,
E a perícia dos ladrões,
Que não batem nenhuma.

A cara de dentro
ouve o choro dos bebés,
o silêncio dos mortos,
o sono dos gatos.

A cara de fora
ouve as conversas dos vizinhos,
que lhe entram por uma fechadura
e lhe saem por outra,
e a lengalenga dos bêbados
que voltam para casa de madrugada
com um fardo de amargura
e os bolsos cheios de nada

A cara de dentro conhece as pessoas por dentro,
a de fora só as conhece de passagem
e mesmo assim abre-se para as deixar passar.
Como forma de agradecimento
batem-lhe a qualquer momento.
Por isso é que ela às vezes se zanga
e fecha as pessoas fora de casa.

Agora um segredo: ficam a saber
que as duas caras da porta não são muito dadas,
o que não admira: não se podem ver.
Estão sempre de costas voltadas.

As duas são a porta da casa
mas a de fora vive na rua
e a de dentro é quem lá mora.

Ninguém se lembra que a porta
tem duas caras.
Se a de dentro ri, chora a de fora.

Álvaro Magalhães

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Quando terminamos de escutar, planeamos o que iamos fazer com a poesia.

As nossas ideias:

  • construir portas em barro;

  • desenhar portas;

  • fotografar a porta da nossa casa;

  • construir uma porta em cartão;

  • gravar a nossa leitura da poesia.

O resultado do nosso trabalho:


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As portas de nossa casa e da nossa escola.


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Categorias: imagem · plástica · poesia

Hora do conto

Novembro 22, 2006 · Comentários Desligados

Era uma vez uma menina chamada Lua do Mar. Os pais desta menina gostavam de namorar à beira mar. Quando ela nasceu resolveram pôr-lhe o nome de Lua do Mar.
Anabela 2º ano

Lua do Mar, o velhinho, o Canzarrão e o Gatão foram à pesca e pescaram carapaus.
Os carapaus eram deliciosos principalmente para o gato Gatão. O cão Canzarrão detestou, agora só faltava provar a Lua do Mar. Ela provou e todos disseram:
- Gostaste Lua do Mar?
A menina respondeu:
- Gostei e não gostei, estavam um pouco duros!!
Após terem comido foram dar uma volta de barco até um lago. Chegou a noite, então a Lua do Mar disse:
- Já é noite estou a ver a minha irmã lua. Todos a vêem? Sabiam que ela é famosa?!
Responderam:
- Não, não sabíamos. E porquê?

Como estavam cansados foram para a margem do lago, deitaram-se na relva. Olhavam para o céu estrelado e apreciavam a lua.
A Lua do Mar disse:
- Como é bonita a minha irmã lua.
- Vamos embora estou a ficar com frio.
Eles entraram no barco para partirem para casa. Quando chegaram disseram às pessoas que precisavam de reciclar.
A Lua do Mar prometeu à sua irmã lua que a iria visitar todos os dias.
Ana Rita 3 º ano

No barco a Lua do Mar viu um golfinho, peixes a saltar ficou toda contente, por poder ver e o mar não estar poluído.
O gato estava a dormir, todo esticado no barco e não viu os peixes.
De repente o cão começou a ladrar e o gato assustou-se, e perguntou:
- Quando vamos pescar? Estou com fome?
O velhinho respondeu:
- Agora mesmo.
- Fixe. Disse o gato.
Os quatro puseram-se a pescar. Mas rapidamente chegou a noite e tiveram que terminar.
Chegaram a casa e contaram tudo aos pais da Lua do Mar.
Orlando 3 º ano

Quando começaram a viagem, repararam que o mar estava muito poluído e os peixes estavam doentes. Partiram para a Índia para pescar.
Quando acabaram de pescar foram para casa, ma pelo caminho encontraram um redemoinho e tiveram que voltar outras vez para a Índia.
A Lua do Mar disse:
- Vamos por outro lado?
O velhinho respondeu:
- Vamos tentar.
Lá foram ele por outro lado e aconteceram muitas aventuras pelo caminho. Até que o Canzarrão perguntou:
- Quando é que vamos chegar a casa?
O velhinho respondeu:
- ainda não sei, mas devemos estar quase a chegar.
O gato Gatão como era muito dorminhoco adormeceu no barco.
Quando chegaram a Lua do Mar teve uma ideia.
- Se nós separássemos o lixo que está no chão e o colocássemos nos Ecopontos? Ensinássemos as pessoas como é?
Todos concordaram e assim fizeram. Conseguiram limpar o País do lixo.
Adriana 3º ano

O velhinho disse:
- Entrem para o barco.
Entraram todos e partiram em viagem.
 - Se o velhinho pudesse passar por Inglaterra pensou a Lua do Mar, para si própria.
- Vamos passar por Inglaterra? Para ver como está! -  pediu a Lua do Mar.
- Claro, por que não?! – respondeu o velhinho.
Enquanto navegavam, só a Lua do Mar pescava.
O cão comia peixe e deixava as espinhas para o gato. Este comia-as deliciado. O velhinho conduzia o barco.
Mas a maior parte do tempo o gato Gatão dormia.
Quando chegaram a Inglaterra viram tanto lixo no chão.
A Lua do Mar ficou tão triste, assim como o velhinho, o cão e o gato e pensaram o que podiam fazer.
A Lua do Mar teve uma ideia.
- Perguntou às pessoas porque é que não colocavam o lixo nos Ecopontos?!!
As pessoas responderam:
- Mas nós não sabemos como é? Não sabemos separar.
A Lua do Mar contou ao gato, ao cão e ao velhinho e pediu-lhes ajuda.
Então decidiram explicar às pessoas onde se colocava: o papel, o cartão, o plástico, o metal, o vidro e o restante lixo.
As pessoas depois de separarem foram a outros países e ensinaram a separar o lixo.
Assim o planeta Terra ficou limpo.
Helena 3º ano

O velhinho disse:
- Entrem para o barco. Vou levar-vos a dar um passeio pelo mar.
- Onde vamos? Perguntaram todos.
- Vamos visitar os Açores para ver um aterro, vamos ver como separam o lixo.
- Também podíamos fazer uma pesquisa sobre a reciclagem para aprendermos um pouco mais. – disse a Lua do Mar.
- Vamos perguntar às pessoas se separam o lixo? – perguntou o gato Gatão.
Orlando 3º ano

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Hoje fomos à Biblioteca e ouvimos o contador de histórias, Filipe. Ele contou-nos uma história de uma menina chamada Lua do Mar, do gato e do cão.
Primeiro tentamos, com os olhos fechados, ouvir o som do mar. O Contador de Histórias foi buscar a Rita do 1º ano e pôs-lhe um búzio, para ela escutar o som do mar.
Contou a história

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E no fim mandou-nos fechar os olhos e escutar! Parecia o som da trovoada, então chamou a Vanessa para pegar num rolo de papel que tinha desenhado um trovão e puxar. O som que se escutava era de trovoada. Perguntou-nos se tínhamos medo, mostrou-nos que dentro não havia nada.
Eu gostei muito de ouvir a história.
Ângelo 2º ano
A Lua do Mar e os seus amigos foram viajar pelo mar.
Olharam para a água e viram que estava toda poluída e que os peixes estavam a migrar para Espanha, porque não podiam viver ali.
O gato Gatão, o cão Canzarrão e a Lua do Mar ao verem tanto lixo tiveram uma ideia.
- Vamos pedir ajuda aos peixes para nos ajudarem a empurrar o lixo para a areia?
- Vamos. – disseram todos entusiasmados.
Juntaram todo o lixo que conseguiram na areia e aí começaram a reciclar.
O plástico e as embalagens de metal no Embalão; os restos de madeira, peixes mortos e o lixo que já não podiam separar, porque estava molhado, no Lixo Normal.
Chegaram ao fim cansados mas felizes, tinham conseguido limpar o mar.
Diogo 3º ano
Era uma vez um amenina que se chamava Lua do Mar que vivia com os pais.
O seu melhor amigo é o gato Gatão. Um dia ela pensou e disse:
- Porque é que me chamo assim?
Ela pensava que se chamava Lua do Mar porque tinha uma irmã que estava no céu.
Mas não ela chamava-se assim porque os pais gostavam de namorar junto ao mar.
Um dia ela com a ajuda do gato e do cão encheram 124 balões para irem até à lua . Agarraram-se os três e chegaram à lua.
O gato perguntou:
- Ó lua porque é que às vezes és tão gorda?
- Porque estou a jogar às escondidas com o sol. – disse a lua.
Eles viram que o planeta estava todo sujo e resolveram reciclar todo o lixo.
Adriana 2º ano
Era uma vez uma menina que se chamava Lua do Mar. ela um dia perguntou aos pais porque se chamava assim. Os pais responderam que quando eram solteiros namoravam à beira – mar à luz do luar.
Certo dia a menina pensou que a lua fosse irmã dela, então decidiu conhece-la.
Chamou pelo gato, mas ele não acordou. Então resolveu pedir ajuda ao cão para o acordar.
A Lua do Mar não sabia como chegar até à lua. Pensou, pensou e lembrou-se que podia ir num balão de ar, mas como não tinha, resolveu ir buscar os seus 124 balões que tinha na gaveta do quarto.
Com a ajuda do cão encheu os balões, porém o gato não ajudou, porque com aquelas unhas rebentava tudo.
Quando estavam todos cheios partiram para a lua.
A Lua do Mar perguntou:
- Ó lua, tu és minha irmã?
A lua respondeu:
- Sou, tenho o mesmo nome.
O gato perguntou à lua:
- Tu és namorada do sol?
- Não somos amigos. Às vezes o sol ilumina-me e eu fico branca, fico redonda, quando não me ilumina fico escura pareço uma banana.
Já na Terra a menina com os amigos resolveram pregar partidas a quem deitasse lixo para o chão e assustavam-nos.
A primeira foi uma senhora toda janota que assoou o nariz e deitou o lenço para o chão; a seguir foi um menino de skate que atirou uma lata para trás das costa e o cão vestido de fantasma assustou-o e o terceiro era um velhinho que acabou de ler o jornal e o atirou para o chão. Ma o gato que estava a dormir esqueceu-se de o assustar. Mas a menina acordou-o e ele foi atrás do velhinho e lembrou-lhe o que tinha feito. O velhinho convidou-os para irem pescar.

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Categorias: escrita

As nossas Palavras

Novembro 20, 2006 · 2 Comentários

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A palavra quente, aquece-me.

A palavra amor é minha amiga.

Adriana Patrícia 

A palavra lápis faz colorir os desenhos.

A palavra amor faz amizade.

A palavra burro é muito desagradável e muito triste.

A palavra música é muito agradável.

Diana 

A palavra vassoura varre.

A palavra música são sons.

Gonçalo 

A palavra amor é o carinho que as pessoas dão umas às outras.

A palavra mar é água salgada.

A palavra música é uma pessoa cantar.

A palavra dormir é estar com os olhos fechados a sonhar.

A palavra palhaço é um homem brincalhão.

Helena 

A palavra mar faz-me carinho.

A palavra pássaro encanta os céus.

A palavra choro é molhar os olhos.

A palavra música faz-me alegre.

Luís Alexandre 

A palavra amor é bonita para todos.

A palavra rosa é cheirosa.

Anabela 

A palavra rouxinol leva-me a voar.

A palavra sol aquece o coração.

Luís Pedro 

A palavra música dá paz.

A palavra chuva encharca-nos.

A palavra amigos diz amor.

A palavra flor dá carinho.

Adriana 

A palavra carroça tem cavalos a puxar.

A palavra menina é bonita.

Juliana

 A palavra dançar mexe sem parar.

A palavra paixão solta-se até ao amor.

A palavra tristeza magoou-a os outros.

A palavra alegria entorta a boca para cima.

A palavra porta abre e fecha.

Tânia 

A palavra xarope é para passar a dor.

A palavra armário é guardar.

A palavra música é amor.

Orlando 

A palavra chuva molha-nos e dá tristeza.

A palavra mar tem ondas e é frio.

Pedro 

 A palavra borboleta lembra cores.

A palavra livro, leitura e diversão.

A palavra cadeira, sento-me.

Daniela 

A palavra ciúme é falar só.

A palavra carinho para mim é saudável.

A palavra irritante é irritar.

A palavra planta Natureza.

Ana 

 A palavra lápis de cor pinta o meu desenho.

A palavra cabelo tapa-me a carecada.

A palavra nariz faz-me respirar.

Ana Rita 

A palavra quadro é pesada para mim.

A palavra aquário é pesada com peixes e água.

A palavra escola é amizade.

Jéssica  

A palavra alegria estar feliz.

A palavra adeus é partir.

Célia 

A palavra coração transborda  de amor.

A palavra música é amor.

Diogo 

 A palavra safa, safa as palavras mal escritas.

A palavra tristeza faz-nos sentir tristes.

A palavra mochila leva as coisas que precisamos.

A palavra mota, carro deitam fumo pelo tubo de escape, faz mal ao ambiente.

Ângelo  

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Categorias: poesia

O limpa palavras

Novembro 20, 2006 · 2 Comentários

Limpo palavras.
Recolho-as à noite, por todo o lado:
a palavra bosque, a palavra casa, a palavra flor.
Trato delas durante o dia
enquanto sonho acordado.
A palavra solidão faz-me companhia.

Quase todas as palavras
precisam de ser limpas e acariciadas:
a palavra céu, a palavra nuvem, a palavra mar.
Algumas têm mesmo de ser lavadas,
é preciso raspar-lhes a sujidade dos dias
e do mau uso.
Muitas chegam doentes,
outras simplesmente gastas, estafadas,
dobradas pelo peso das coisas
que trazem às costas.

A palavra pedra pesa como uma pedra.
A palavra rosa espalha o perfume no ar.
A palavra árvore tem folhas, ramos altos.
Podes descansar à sombra dela.
A palavra gato espeta as unhas no tapete.
A palavra pássaro abre as asas para voar.
 A palavra coração não pára de bater.
Ouve-se a palavra canção.
A palavra vento levanta os papéis no ar e
é preciso fechá-la na arrecadação.

No fim de tudo voltam os olhos para a luz
e vão para longe,
leves palavras voadoras
sem nada que as prenda à terra,
outra vez nascidas pela minha mão:
a palavra estrela, a palavra ilha, a palavra pão.

A palavra obrigado agradece-me.
As outras não.
A palavra adeus despede-se.
As outras já lá vão, belas palavras lisas
e lavadas como seixos do rio:
a palavra ciúme, a palavra raiva, a palavra frio.

Vão à procura de quem as queira dizer,
de mais palavras e de novos sentidos.
Basta estenderes a mão
para apanhares a palavra barco ou a palavra amor.

Limpo palavras.
A palavra búzio, a palavra lua, a palavra palavra.
Recolho-as à noite, trato delas durante o dia.
A palavra fogão cozinha o meu jantar.
A palavra brisa refresca-me.
A palavra solidão faz-me companhia.

A proposta para a manhã de segunda-feira foi a leitura da poesia “O limpa-palavras” de Álvaro de Magalhães.
Os alunos escutaram a poesia (lida pela professora), seguiu-se uma breve exploração e interpretação por cada aluno do que sentiu e compreendeu.
A proposta seguinte foi elaborarem frases seguindo a mesma ideia de Álvaro Magalhães

Categorias: poesia

Mais experiências com o microscópio

Novembro 17, 2006 · Comentários Desligados

Nós hoje, na nossa escola fizemos várias experiências.
A professora foi à da EB2,3 Rosa Ramalho buscar um microscópio maior do que o da nossa escola para realizarmos experiências.
Começou por preparar tudo o que precisávamos, numa mesa ao lado das nossas.
Estava tudo preparado. A professora com uma agulha de diabetes, depois de nos explicar como faziam para se picar os diabéticos, picou o seu dedo.
Fomos ao microscópio ver o sangue era muito claro e parecia ter uns círculos.
Vimos também a casca da cebola e a pele interior, o cabelo de um colega e preparações que existiam na escola com amostras de sangue, estômago e cérebro, fios de seda, fios de lã e nylon.
Nós gostamos de fazer as experiências e foi engraçado vermos tudo em ponto grande.
Gostávamos de voltar a fazer experiências deste género.


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Vimos o cabelo do Pedro que pareciam dois, era muito grosso.
A casca da cebola era branca com umas pintinhas, já a pele era branca com risquinhos.
A preparação dos pulmões parecia o arco-íris. Adriana 3º ano

Quando fui ver a seda, parecia uns fios muito fininhos. A casca de fora da cebola parecia que tinha fios. A pele da cebola é tão diferente vista no microscópio. Eu coloquei o meu cabelo era grosso. Helena 3ºano

 Vieram os nossos amigos da outras salas (1º,2º e 4º ano) ver ao microscópio, assim também aprenderam coisas novas. A nossa professora perguntou quem queria ser picado e o meu amigo Bruno do 4º ano ofereceu-se e viram o sangue dele. Ângelo 2º ano

Nós vimos o sangue da professora. Luís Pedro 2º ano

Nós hoje vimos ao microscópio e vimos a professora a picar o dedo com uma máquina dos diabéticos. Luís Alexandre 2º ano

O cabelo da Ana Rita parecia muito grosso e o do Pedro pareciam dois fios. Jéssica 2º ano

Nós vimos no microscópio o nosso cabelo. Anabela 2º ano

Estivemos a conversar sobre as experiências que fizemos hoje. Daniela 2º ano

Eu gostei de ser picada, para ver o meu sangue, achei engraçado ver ao microscópio. Adriana 2º ano

O que vi no microscópio é que o cabelo da mulher é diferente do cabelo do homem. O cabelo do Pedro parecia que tinha mais fios do que o meu, pareciam dois. Mas era só um!! Ana Rita 3º ano

O cabelo ao microscópio era grosso, achei engraçado. Também gostei que os outros meninos vissem ao microscópio como nós. Célia 3º ano

Categorias: experiências

Acidente escolar

Novembro 15, 2006 · 1 Comentário

Hoje, dia 14 de Novembro, no fim de almoçar a Ana Rita veio para a escola. Quando tocou para entrar, correu para a sala. Então a Ana Rita tropeçou numa raiz e bateu com a cabeça no passeio de cimento e abriu a pálpebra.

Ela começou a chorar e foi para a sala, onde estava a professora. A professora colocou um pano, limpo, para parar o sangue e dizia à Ana Rita par ter calma que era só um bocadinho. A seguir a professora Gorete foi buscar gaze e a professora colocou e este sempre lá com a mão. A Ana Rita dizia que doía e estava quente, mas o sangue parou. Entretanto já a professora Ana Maria tenha telefonado para o 112. A professora telefonou para os pais e contou-lhes o que aconteceu. A ambulância chegou, a professora foi com ela até à ambulância. A D. Angelina e a tia da Ana Rita foram para o hospital de Barcelos com ela.Quando tocou, às 15h30 já a Ana Rita tinha voltado. Fomos todos ver como estava e quantos pontos apanhou. A Ana Rita contou que apanhou quatro pontos e não tinha doido muito. 

Ontem eu aleijei-me na pálpebra e fui par o hospital de Barcelos de ambulância.Quando cheguei ao hospital fiquei muito tempo à espera até me fazerem o curativo, havia lá mais meninos que se tinham magoado também na escola. Então os médicos deram-me quatro pontos no sitio onde me aleijei, mas antes deitaram um spray que adormeceu e não doeu muito.Como demorei pensei que não ia chegar a tempo das aulas de Apoio ao Estudo, porque eu gosto dessas aulas, mas consegui. Fui a casa trocar de roupa, porque a outra tinha sangue e o meu pai veio trazer-me à escola.Esse dia passou, o meu olho começou a ficar roxo e começou a doer mais, até apanhei com uma bola, porque fui para o campo de futebol ver o jogo. O dia do meu acidente foi muito triste e difícil. Hoje também foi difícil, porque doía, mas diverti-me com os meus colegas.Ontem quando cheguei do hospital os meus amigos, todos, vieram-me perguntar como estava? Quantos pontos tinha levado?

Eu respondi que levei quatro e fomos brincar.

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Categorias: escrita

Poesias ilustradas

Novembro 15, 2006 · 2 Comentários

Escolhemos poesias de autores portugueses e ilustramos.

Podem ver aqui ilustrar-poesias.ppt ou


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Categorias: plástica · poesia

Magusto

Novembro 11, 2006 · Comentários Desligados

Hoje foi dia de ficar enfarruscado, rir e brincar muito.

Até a professora saiu pintada.


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Categorias: imagem

Geometria

Novembro 8, 2006 · Comentários Desligados

Nas aulas de Matemáticas desta semana aprendemos a fazer: rosáceas, frisos, simetrias e desenhos com linhas curvas e rectas. A professora juntou o 2º e o 3ºano e fizemos as experiências deles e eles as nossas.

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As rosáceas foram feitas com o compasso e à mão para vermos as diferenças. No fim pintamos, ficou muito bonito o trabalho final. Gostamos muito de fazer as rosáceas, mas para alguns foi complicado trabalhar com o compasso, era a 1ª vez. 

Os frisos a professora deixou-nos fazer o que quiséssemos, desenharam: robot; flores, formas cores e iam repetindo-o até ao fim alternadamente.

 Quando fomos fazer o exercício de simetria precisamos de uma folha de papel cavalinho.  

A professora colocou à nossa escola as tintas: vermelho, azul, branco, amarelo, cor de rosa, seguidamente colocava a tinta, nós dobrávamos a folha e depois abríamos.

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 Os desenhos pareciam tanta coisa: uma seta; um coração; uma borboleta; o esófago… e ficavam iguais dos dois lados, eram simétricos.  No final vimos todos os trabalhos e eram todos diferentes e muito coloridos.O Diogo deu uma folha a cada aluno e a professora disse para desenharmos com a tesoura.

Não percebíamos muito bem o que era para fazer. A professora perguntou-nos se nunca tínhamos feito toalhinhas, para brincarmos às casinhas e ai nós percebemos o que era para fazer.

 Com uma folha de papel quadriculado desenhamos uma figura com linhas rectas, depois desenhamos num balão o mesmo desenho, mas quando enchemos ele ficou diferente do papel.  Para terminar, começamos a recorta à nossa vontade e num fim, quando abrimos apareciam tantos efeitos: uma borboleta; casa; formas; animais; flores. Tínhamos o positivo e o negativo e ambas eram simétricas.  Nós gostamos muito das aulas de Matemática, assim aprendemos mais rápido. Os trabalhos estão a decorar a nossa sala e são muito engraçados.

Alguns meninos pediram a ajuda dos pais e fizeram algumas rosáceas e trouxeram para a escola.

O 2º ano ainda trabalhou com o tangram e com o geoplano e construíram formas geométricas.

      simetrias.jpg     simetrias1.jpg      simetria2.jpg

Categorias: experiências